Após muita confusão e buscas incessantes por sessões que não estivessem lotadas, acabei indo ao UCI Aeroclube, numa sessão das 22h30, assistir Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland, 2010), o mais novo longa do aclamado diretor Tim Borton.
Dessa vez, involuntariamente (porque não premeditei isso), fiz um processo diferente. Entrei no cinema sem ter lido nenhuma sinopse ou matéria sobre o filme, nem muito menos assistido ao trailer, só sabia que era um filme do Tim Burton, com o Johnny Deep atuando e só. Imaginava até que fosse uma reprodução fiel do grande sucesso de Lewis Carroll. Tanto que nos primeiros minutos ficava me perguntando que história era aquela de casamento.
Pois é, Burton trouxe para a telona uma Alice com dezenove anos, treze anos mais velha que a Alice do filme original. Nessa nova aventura, a loirinha de vestido azul embarca novamente no mundo subterrâneo, em busca de um “tempo” para pensar sobre os rumos que sua vida está tomando. E o bacana da história de Tim é que nessa viagem Alice completa seu ciclo e passa a ter certeza de que todos os excêntricos personagens do País das Maravilhas são reais e não apenas frutos de sua imaginação.
Mas você quer saber o que achei do filme, né? Uma delícia estética e visual. Fiquei maravilhado com os efeitos, e com a interação entre atores e animação gráfica, que, em minha sincera opinião, beiraram a perfeição. Como esperado, destaco o que já era destaque: a atuação de Johnny Deep, na pele do Chapeleiro Maluco. Dei boas risadas com seus momentos de furor.
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